terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

S 2000 Ultimate Edition

Não sei se tem ou não a ver com a crise global, mas a Honda depois de se retirar de tudo o que era competição á excepção do MotoGP, anunciou que durante o corrente ano irá terminar a produção do Honda S2000.Depois de ter sido lançado em 1999 (pois... já tem uns anitos), desde cedo este modelo impressionou quer pelo seu motor 2.0 atmosférico que debitava 240cv e que só chegava ao "redline" às 9.000rpm, já para não falar da beleza, qualidade dos seus interiores bem construidos, que aliavam requinte e simplicidade funcional. Ao fim de dez anos, foram produzidos e vendidos mais de 110.000 carros, tendo o mercado europeu absorvido cerca de 20.000 veículos.Para terminar em grande, a Honda decidiu lançar uma versão final, que mecanicamente nada difere do modelo actual, simplesmente tem alguns retoques estéticos e que chamou de Ultimate Edition, sendo todos os modelos numerados.Nesta versão pode-se escolher qualquer cor... desde que seja branco :-). Mas não é um branco qualquer, é o branco que foi usado no primeiro modelo de Formula 1 da marca em 1964. Ainda no exterior temos as novas jantes de 5 braços em liga leve escurecida (gosto mais das anteriores) e as letras S2000 em preto. No interior temos estofos em pele e carpetes em vermelho, de que não sou fã, mas que segue um pouco a tradição de cores usada nos modelos Type-R que vão buscar inspiração às cores da bandeira japonesa.Em resumo, este magnifico modelo que é apreciado quer pelos seus proprietários, quer por aqueles que desejam vira a sê-lo, vai despedir-se em grande e certamente vai deixar muitas saudades. Quem o tem certamente ficará mais agarrado a ele pois é um carro que vai passar a ser cada vez mais exclusivo. Quem não o tem, mas sonha em tê-lo mesmo em 2ª mão, vão provavelmente vê-lo valorizar um pouco a partir deste momento (a menos que a crise se mantenha).Só espero sinceramente que com esta onda de cortes de custos e investimentos, a Honda não deixe por muito tempo o lugar ocupado pelo S2000 vazio e que rapidamente faça chegar ao mercado outro modelo de excepção.
PJC

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Soichiro Honda


No seguimento do "post" anterior, aproveito para colocar aqui uma pequena história de vida do Sr. Soichiro. Quem sabe se não serve de inspiração para alguém:
Começou por investir tudo o que tinha numa pequena oficina, trabalhando dia e noite, dormindo inclusivé na própria oficina. Em determinado momento, para poder continuar nos negócios, empenha as jóias da esposa.
Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, disseram-lhe que seu produto não tinha os padrões de qualidade exigidos.
Volta à escola e estudou mais dois anos, sendo vítima de gozo por parte dos seus colegas e de alguns professores que o chamavam "visionário", mas dois anos depois, a empresa que antes o tinha recusou finalmente assinou um contrato com ele.
Durante a guerra, sua fábrica foi bombardeada duas vezes, sendo grande parte dela é destruída. Ainda assim, volta a construir a fábrica, mas... um terremoto arrasa-a novamente.
Esta podia ser a gota de água e o homem desistia? Mas não! Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e não é possivel sair de automóvel, nem para comprar os bens essenciais para a família. Criativo, adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai à rua. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas bicicletas motorizadas.
As encomendas aumentam e rapidamente ficou sem produção para a procura. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Não tendo capital, resolve pedir ajuda a mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa, consegue o apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a fábrica.
Encurtando a história: hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa e mundial, conhecida e respeitada no mundo inteiro.Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.
PJC

Automóveis Japoneses


Em geral sou fã das marcas de automóveis japonesas, por toda a filosofia que está por detrás de cada carro.

Recuando um pouco, os japoneses em meados do século passado, após as guerras em que estiveram envolvidos, tiveram de reconstruir todo o seu país. Para tal foram feitos grandes investimentos na produção indutrial, área onde desenvolveram uma verdadeira revolução nos métodos de produção e controlo de qualidade, que nos anos 70, 80 e 90 resultou em com que tudo o que fosse "made in Japan" fosse considerado produto de confiança, com qualidade e com preço justo (claro que o preço da mão de obra na altura também ajudava).

A produção automóvel foi obviamente umas das áreas que se desenvolveu bastante. Em determinado momento começaram a exportar para a Europa e Estados Unidos, veículos de melhor qualidade, melhor preço e manutenção mais barata dos que os equivalentes desses continentes. Não eram carros requintados como os Ingleses ou Alemães, ou desportivos e belos como os Italianos, ou enormes e gastadores como os Americanos. Eram sim, económicos, fiáveis e cumpriam com eficácia a função de meio de transporte.

Os construtores japoneses raramente gastaram enormes fortunas a desenvolver novas tecnologias, mas eram e sempre foram muito bons a estudar e copiar as boas ideias, aperfeiçoando-as e melhorando-as ganhando assim vantagem competitiva sobre os seus concorrentes.

Em poucos anos, dominaram completamente o mercado Americano e os carros japoneses saltaram para os top de vendas em pouco tempo. Na Europa não foi tão simples devido ao proteccionismo, mas a pouco e pouco a obteve o seu lugar de destaque e reconhecimento.

Por tudo o que estudei relacionado com Manutenção Industrial, ganhei uma grande admiração pelo método japonês e que juntamente com o gosto por automóveis fez-me passar a apreciar os produtos do país do sol nascente.

Hoje a realidade não é exactamente a mesma, pois a globalização mudou muita coisa, a concorrência acordou, no entanto continuo a achar que os automóveis japoneses continuam a liderar naquilo a que os ingleses chamam de "value for money".

Sei que nem sempre a escolha de um automóvel é racional, na verdade a maioria das vezes é muito emocional e neste ultimo item as marcas japonesas em geral não estão no top, ainda assim continuo a preferir um belo japonês a um qualquer europeu (os americanos para mim não contam), embora reconheça que eu também sou livre de me tentar pela emoção.

PJC

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Lotus

Até à data nunca escrevi nada sobre a minha marca favorita.Já é tempo de dedicar algumas palavras à melhor marca de automóveis do mundo (pelo menos para mim), que é a Lotus.Ok, já sei que muitos vão-me chamar doido, que nada se compara a um Ferrari, Lamborghini, Maserati, Bugatti, Posche, etc...No entanto para mim é mesmo a melhor marca, desde os meus tempos de miúdo em que brincava com miniaturas da Polistil do Lotus 78 do Mário Andretti, com o Esprit da Corgi, que entrou num 007, ou quando sofria a ver os grandes prémios de Formula 1 e torcia por aqueles carros lindos, pretos e dourados, guiados pelo malogrado Elio de Angelis e pelo Nigel Mansell, que infelizmente raras eram as vezes em que me davam alegrias, algo que aconteceu no ano de 1982, quando assisti pela primeira vez a uma suada vitória de um Lotus e logo por "foto-finish".Esta paixão obviamente passou para os carros de estrada, que até hoje continuam fiéis à filosofia do seu fundador Colin Albert Bruce Chapman, "performance trough lightweight".Adoro o espirito minimalista de um Lotus, onde o principal é a eficácia do seu comportamento.Claro que durante muitos anos o meu "supercar" de eleição foi o Lotus esprit nas suas várias iterações e esse para além da performance e eficácia, sempre foi algo requintado.Sou tão apaixonado pelos modelos antigos, como pelos actuais. Entre um Elan e um Elise, a escolha seria sempre muito difícil.Infelizmente nunca tive oportunidade de guiar os modelos mais carismáticos, mas ainda assim já dei uma volta ou outra num Elan M100 (o patinho feito por ter tracção à frente), que impressiona pela performance do seu pequeno 1.6 turbo, mas também pelo comportamento Lotus que está todo lá. À cerca de dez anos tive o prazer de conduzir não exactamente um Lotus, mas é como se fosse, foi um Caterham 7 1.4 de um ex-colega Inglês que decidiu (e bem) trazer o seu carro para Portugal enquanto por cá andou. Mais recentemente tive talvez a melhor experiencia de condução da minha vida, que foi conduzir um Seven na versão trofeu no Autódromo do Estoril durante um track day. Absolutamente fantástico. Ali sim, aprende-se a conduzir. Nem dava vontade de sair do carro...Para não esgotar muito o tema neste tópico, fico por aqui, com a promessa de voltar a falar de Lotus, sempre que a inspiração assim o dite.PJC

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

UMM 4x4 - 30 Anos

Há uma carrada de tempo que ando para falar de uma das minhas paixões, que já remonta aos meus tempos de "teenager"...
Tal como a maioria dos putos, eu também tive o meu quarto forrado com posters de automóveis (dos habitualmente denominados por "supercars") que conseguia arranjar pontualmente em revistas, ou então no Salão Automóvel de Lisboa que frequentei desde tenrra idade.
Em determinado momento passei a gastar os trocos que ia arranjando na revista Turbo, que era praticamente a única que existia em Português. Num dos primeiros números que comprei, de 1987 ou 1988, apanhei um ensaio comparativo entre o UMM Alter Turbo, o Nissan Patrol e um terceiro carro que não me recordo. Fiquei fascinado não só por perceber que havia realmente produção automóvel em Portugal, como para além disso o produto era muito interessante e bastante competitivo dentro do segmento face à concorrência existente.
A partir desse momento, passei a coleccionar tudo o que encontrei sobre a marca e em breve os posters de Lotus, Ferrari's, Porsche's, Lamborghini's, etc... deram lugar a imagens de UMM's. Desde fotos dos normais carros de série, até às fotos recortadas do Autosport com os modelos de competição guiados pelo Tucha e seus pares, coleccionei de tudo um pouco.
A partir dessa altura o meu carro de sonho (daqueles que se sente que são realizáveis) passou a ser o UMM. É impressionante como um veículo desprovido de quaiquer luxos, um puro e duro, desconforáqvel e barulhento, que nem rápido era, pôde sobrepôr-se aos mais desportivos, rápidos, aerodinâmicos e confortáveis carros produzidos pela moderna industria automóvel mundial. Mas a verdade é que o UMM teve esse efeito.
Mais tarde tive a sorte de ter tido dois colegas que tinham UMM's como carros do dia-a-dia. E aí pela primeira vez tive a oportunidade de andar neles.
Passados alguns anos e depois do final da produção do modelo, a paixão foi esmorecendo e durante uns tempos esqueci-me um pouco deles. No entanto as verdadeiras paixões nunca morrem e quando no ano passado estive no Caramulo, por altura do Motor Festival, a chama voltou a acender-se, pois para comemorar os 30 anos do UMM, foi organizada uma exposição com alguns modelos das várias séries.
Foi muito engraçado ver como veículos que a maioria das pessoas não liga importância nenhuma, têm por outro lado uma legião de fervorosos fãs.
Por estranho que pareça nunca guiei nenhum. Se calhar até vou apanhar uma valente desilusão no dia em que o fizer, mas voltei a ter o sonho de ter um.
Se um dia decidir ter um veículo 4x4 para fazer uns passeios fora de estrada, não vai ser de certeza um Land Rover... só pode vir a ser um UMM.
PJC

domingo, 12 de outubro de 2008

Vespa GTS 300 Super

A Piaggio tem vindo nos últimos anos a apostar fortemente na marca Vespa. Praticamente todos os anos estão a sair produtos novos, sejam novas scooters, novos acessórios, ou os mais variados produtos com a marca Vespa. Em resumo, a Vespa está na moda e ainda bem.
No entanto a razão pelas qual fui buscar a Vespa, tem a ver com o recente lançamento no nosso mercado de um novo modelo, que é muito mais mais do que apenas isso, basta dizer que é a Vespa de maior cilindrada de toda a história da marca.
Falo da nova Vespa GTS 300 Super.
Basicamente usando a base da Vespa GTS 250, foi colocado um motor um pouco maior, que permite dotar a 300 de umas prestações mais desportivas.
O motor é na verdade um 278cc, por via do aumento do diâmetro e do curso, passa a disponibilizar a debitar a mesma potência de 22cv da GTS 250, só que estes passam a estar disponíveis às 7.500rpm em vez de às 8.500. é no entanto no binário disponível que se notam as maiores diferenças, dado que este passou de 20,2 para 22,2Nm à mesma rotação, tornando esta Vespa mais rápida na saída dos baixos e médios regimes.
Para além do motor e de uma taragem de suspensão mais firme, a grandes alterações são estéticas, numa imagem que procura invocar um vocação desportiva.
Só está disponível em duas cores, branco e preto (mais tarde em vermelho). As jantes são pretas com aro cromado, o amortecedor da frente surge na cor vermelha, o painel de instrumentos é analógico e simples, e para além disto tem mais um ou outro apontamento que lhe dão um certo ar "sport" distinto, como é o caso das grelhas laterais de refrigeração do motor.
Desde que soube do aparecimento deste modelo, que foi apresentado em Itália já em Maio passado, que fiquei fascinado. Sempre tive algum carinho pelas Vespas, até porque tenho uma 50S de 1966 de que falarei mais tarde noutro post, mas com o aparecimento deste novo modelo algo de novo despertou em mim, pois ter uma scooter, com muita pinta, desportiva qb, que já permite dar uns passeios mais longe, sejam por estradas nacionais, vias rápidas, ou até se necessário autoestradas e que consegue fazer isto tudo com passageiro (cálculo que as outras também o façam), faz-me começar a pensar e sonhar se não será em 2009, que arranjo um brinquedo de duas rodas, para poder passear sem me preocupar com transito, estacionamento e ainda curtir à brava. Quem sabe se é desta...
PJC

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Caramulo Motorfestival 2008


À semelhança do ano passado, voltei a deslocar-me ao Caramulo para assistir ao Motorfestival.

Não sendo propriamente um Goodwood, não deixa de ser um evento muito interessante para qualquer aficionado de automóveis, especialmente para todos aqueles que como eu tem um gostinho especial por clássicos.

Este ano fiquei com a ideia de haver menos público que no ano passado e sem dúvida alguma que havia menos automóveis a correr. Claro que é preciso recordar que no ano passado o troféu Caterham Academy esteve presente devido ao 40 anos do Lotus Seven e logo aí eram cerca de mais umas 3 dezenas de carros, mas ainda assim havia menos participantes, mesmo contando com alguns "nuestros hermanos" que marcaram presença na rampa.

Por outro lado e fora da competição, a presença de alguns clubes de clássicos quer nacionais quer espanhóis, ajudaram a compor o parque de clássicos.

Onde notei uma grande melhoria foi na Feira de Automobília, sem dúvida que estava muito mais composta, com mais expositores e também com mais afluência de público (este ano a entrada no pavilhão era grátis ao contrário do ano passado, boa iniciativa) e pelo que percebi logo no Sábado o negócio até estava a correr bem para alguns.

A exposição temática que este ano tinha tinha como tema veículos militares, pareceu-me bastante fraca, comparativamente ao ano passado em que se comemoraram os 30 anos do UMM.

Quanto à prova em si e respectiva classificação, é para mim completamente secundário, pois o que interessa mesmo é ver aquelas reliquias (umas mais outras menos) a desfilar a maior ou menor velocidade a subir a rampa, até porque a disparidade de idade entre as viaturas em prova é tal, que faz com que a classificação seja apenas um rebuçadinho para os corredores.

Foi interessante para além da viaturas em prova e dos clubes de automóveis antigos, ver que muito boa gente aficionada por clássicos decidiu deslocar-se ao evento no seu clássico e assim ao redor de todo o evento, havia sempre viaturas para apreciar.

Foi com a algum entusiasmo que no regresso a Lisboa, ultrapassei em plena A1, o Mercedes 300 SL Gullwing (uma preciosidade) que horas antes tinha estado a competir no Caramulo.

Em resumo, este foi mais um excelente evento automóvel e também uma boa desculpa para rumar ao centro do país e disfrutar aquela bela paisagem.


Aqui ficam algumas fotos do evento


PC

terça-feira, 15 de abril de 2008

Motorclássico 2008


Mais uma vez os pavilhões da FIL foram palco para a habitual e principal exposição de clássicos da região de Lisboa.

Este ano confesso que fiquei com as minhas expectativas um pouco defraudadas, muito embora tenha sido um prazer deambular pelo meio de tantas viaturas bonitas e raras.

Face a toda a publicidade que foi efectuada sobre o evento, esperava mais área de exposição (apenas um pavilhão), para além de os veículos em exposição e/ou para venda estarem genericamente num patamar de valores demasiado elevado para que pessoas "cumuns" se sintam tentadas em entrar no mundo da posse de um clássico e assim realizar o seu sonho.

Maioritáriamente estiveram presentes algumas das grandes empresas do sector dos clássicos (restauro e comercialização), onde o luxo e a raridade imperavam a preços a condizer.

Face ao evento de 2007 fiquei com a sensação de um retrocesso, até porque notei a ausência de vários expositores presentes no ano passado.

Obviamente que a parte de automobília também esteve presente e aí sempre deu para fazer o gosto à coisa e trazer para casa algumas lembranças.

Espero que para o próximo ano a coisa anime e os tempos de crise que se fala e se sente também se tenham afastado, para que o investimento no mundo dos clássicos cresça.

PC

quarta-feira, 12 de março de 2008

V Automobilia Ibérica da Moita


No passado fim de semana, aqui bem perto de Lisboa, teve lugar mais um pequeno mas interessante evento para quem goste Clássicos.

Mais uma vez a Moita foi anfitriã de mais uma Automobília.

Para além do mais variado tipo de objectos relacionados com veículos clássicos, onde há sempre qualquer coisa interesante, não podia deixar de falta a presença de vários modelos de automóveis e motas clássicas, já para não falar de todos aqueles que se deslocaram ao eventos nos seus veículos de estimação.

Não se encontraram grandes raridades, mas é sempre um prazer ver exemplares bem estimados e circular em perfeitas condições. Um regalo.

Aqui ficam alguns instantâneos do evento, que seguramente deu gosto a todos os que lá se deslocaram.

PC

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Circuito da Boavista

No passado fim de semana, tive a oportunidade de assistir a um evento "verdadeiramente fantástico". Foi um contínuo desfile de beldades. Beldades de 4 rodas obviamente.


De facto o Circuito da Boavista reuniu em 2 fim de semana consecutivos, dois eventos automobilisticos fantásticos e únicos no nosso país. Os meus parabéns a todos aqueles que por amor aos automóveis conseguiram fazer renascer o Circuito da Boavista.

O 1º teve como "cabeça de cartaz" o WTCC, mas mesmo como apaixonado dos automóveis e da competição, este evento não justificou a minha deslocação ao Porto. Já ao 2º não consegui resistir e lá fui ver uma série de autênticas relíquias de colecção, que em muitos casos bem que podiam estar num museu, mas andam um pouco por toda a Europa a competir e a dar o máximo.


Foi fabuloso ver passar carros de competição que até à data só tinha visto em fotografias e algumas a preto e branco.
Vê-los a subir a Av. da Boavista a debitarem rotações e fugirem no horizonte, é uma sensação que só quem "vive" os automóveis consegue perceber.
Até doía cada vez que uma daquelas beldades, falhava a travagem, ou tocava num rail e acabava meio amassada.


Valeu bem a pena o escaldão que apanhei na bancada, a "sandocha" que comi durante todo o dia, mas que serviu para aguentar o estômago até ao jantar e ter passar o dia com a máquina fotográfica como companhia. O importante foi que a alma esteve sempre muito bem alimentada e acompanhada.
Se como previsto voltarmos a ter o mesmo evento em 2009 (em 2008 volta a ser no Mónaco), agora que o Circuito da Boavista tem classificação 4 da FIA (5 é o máximo), daqui a 2 anos lá estarei novamente ainda melhor preparado para assistir ao evento.
Fotos do Evento
Saudações Automobilísticas
PC