domingo, 27 de junho de 2010

Classic Team Lotus Festival (parte II)

Depois do video a abrir o apetite... este é o video que resume, uma ínfima parte do que terão sido, as muitas emoções vividas pelos milhares de fãs da Lotus que se deslocaram ao Classic Team Lotus Festival, em Snetterton.

E neste fim de semana em Valência, deu-se a comemoração dos 500 Grande Prémios efectuados pela equipa Lotus (mesmo se a actual equipa, nada tem a ver com a original).

terça-feira, 22 de junho de 2010

Lotus F1 - Minicar Collection

Muito recentemente tive a oportunidade de visitar aquele que é normalmente apelidado do "País do Sol Nascente". Sim, isso mesmo o Japão!

Muita coisa poderia falar sobre esse fantástico país, mas disso vou ter oportunidade noutros posts.
Para já vou manter o mote do último tópico e manter-me nas miniaturas e até mesmo na escala.
É que foi no Japão que encontrei umas miniaturas fantásticas de Lotus na escala 1/87, que depois de algumas pesquisas na net, soube que são fabricados pela Kyosho. Tinha de ser, até porque têm um grau de perfeição muito bom, nomeadamente para a dimensão e claro.... preço!
Assim, vieram comigo os Lotus 72E, 81, 88, 91 e 98T !
Pelo que já percebi não existem todos os modelos, nem dos que existem a loja tinha todos disponíveis. Para além dos que referi também lá estavam mais dois amarelos da Camel do Piquet e Donnelly (salvo erro) de anos diferentes, mas como nunca simpatizei com essa decoração, não ou trouxe comigo... e já me arrependi!
Mas dos que trouxe, aqui ficam as fotos!
O Lotus 72E de 1973, do Dave Walker...
O Lotus 81 de 1980, do Mário Andretti...

O Lotus 88 de 1981, do Elio de Angelis...
O Lotus 91 de 1982, do Nigel Mansell... (com motor descoberto!)
Lotus 98T de 1986, do Johnny Dumfries...

Pois... é pena o Lotus 72 não ser o do Emerson Fittipaldi e o 98T o do Ayrton Senna, mas estes eram os que haviam e ou eram estes ou zero. Optei por estes!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Polistil 1/87

Depois de cerca de um mês e meio sem dar notícias, finalmente consigo ter uns minutos disponíveis para actualizar o blog, até porque este post já deveria ter sido publicado à uns 2 meses, mas lá está, o tempo não dá para tudo.

Para não variar, este ano também marquei presença na Motorclássico que se realisou na FIL.
Relativamente à feira já muito se falou na web, nomeadamente nos Foruns dedicados aos clássicos, como tal não vou perder tempo por aí, até porque passado tanto tempo, a memória já é pouco nítida e só mesmo recorrendo ao arquivo fotográfico conseguiria recordar-me da mesma.
Então porquê mencioná-la?!

Bom é que nesta feira consegui finalmente encontrar algumas das miniaturas que preencheram a minha infância.
Estou a falar concretamente das miniaturas de Formula 1, fabricadas pela Polistil na escala 1/87, em meados da década de 70.
Estas miniaturas foram o meu primeiro contacto físico com carros de Formula 1 à escala e cujos originais eu nunca cheguei a ver a competir (na TV tá claro), ou pelo menos a minha memória não mo permite recordar.

Lembro-me perfeitamente de ter participado com eles no familiarmente apelidado de "Campeonato do Mundo de Empurradores" juntamente com dois dos meus tios mais novos e que consistia num conjunto de verdadeiras corridas em circuitos à escala, desenhados com fio de lã na carpete rala da sala da casa da minha Avó, que replicavam os originais traçados do campeonato do mundo da época.
O evento era digno desse nome, pois ocupava uma tarde ou dia inteiro, até porque em termos logísticos obrigava a "limpar" a sala de mesas, cadeiras, sofás, etc... pois cada circuito ocupava cerca de uns 5 a 6 metros quadrados.
Havia duas sessões de treinos para definir a grelha. A "pole position"era iniciada pelo carro que no conjunto das duas sessões de treinos tivesse necessitado do menor número de impulsos/empurrões e terminava no que tivesse a pior performance.
A corrida era disputada por 1 empurrão à vez de cada carro, pela ordem da grelha, existindo penalizações, para aqueles que tocassem noutros carros, pizassem a linha limite da pista ou a ultrapassassem, ficando um "x" nº de jogadas parados consoante a gravidade da coisa.

Quanto às miniaturas, a verdade é que um conjunto de cerca de duas dezena de carros dessa época, nem todos chegaram aos dias de hoje. Dos que chegaram, poucos são os que estão efectivamente em bom estado. Pelo que sempre sonhei em voltar a conseguir adquirir alguns modelos, nomeadamente aqueles que desapareceram para sempre.

Em resumo, na Motorclássico deste ano, encontrei precisamente 5 dessas miniaturas, que não só estavam novas (com um ou outro decalque meio descolado) e surpresa das surpresas, a serem vendidas com as caixas originais como podem ver abaixo.
Quando as vi nem acreditava! Como é que ao fim de seguramente uns 15 ou 20 anos de procura, finalmente consegui voltar a encontrar estas miniaturas à venda e novas na embalagem original. Foi efectivamente o concretizar de um pequeno sonho de teenager.

Classic Team Lotus Festival

No próximo dia 20 de Junho, terá lugar o Classic Team Lotus Festival, aqui fica um video como aperitivo...

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Ferrari 599xx - Novo record de Nurburgring

Não sei porquê, é muito raro falar da Ferrari por estas bandas. Mas quando um Ferrari bate o record do mais mítico circuito permanente do mundo, isso é digno de registo.
Assim, no passado dia 21 de Abril o piloto Raffaele De Simone, num Ferrari 599xx, deu uma volta ao circuito de Nordcheleif de 20,882km, no tempo de 6m 58,16s.
Este tempo é o mais rápido para um veículo derivado de um modelo de produção.
Em baixo o video da volta completa...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Mazda MX-5 20 Years Endurance Race Special

No passado mês de Março a Mazda organizou mais um evento para comemorar os 20 anos do MX-5.
Desta vez a Mazda pegou em 30 modelos do MX-5 2.0 Sport, retirou-lhes tudo o que era desnecessário e tranformou-os em versões de pista.
Depois decorou cada modelo com as cores de 30 países europeus e convidou 5 jornalistas por país, para participar numa prova de 4 horas, que ocorreu no circuito Italiano de Adria, perto de Veneza.
O video abaixo mostra apenas a visão da equipa de jornalistas ingleses que terminou no 14ª lugar. Os vencedores foram os belgas, mas à que referir que a equipa de jornalistas portugueses ficou num fantástico 2º lugar. :D

domingo, 11 de abril de 2010

Lotus Elise 2010

Como parar é morrer, a Lotus rejuvenesceu o seu mais bem sucedido modelo de sempre, o Elise. Sim é verdade! O Lotus Elise, modelo que está em produção à cerca de 14 anos, representa até à data cerca de 32% de todos os carros vendidos pela Lotus, em 61 anos de existência da marca. Portanto, dá para perceber bem a sua importância.
Obviamente, porque "em equipa que ganha, não se mexe", ou então mexe-se pouco, as mudanças não são significativas, mas ainda assim basta olhar para perceber que o Elise está diferente, nomeadamente na frente, que parece agora um pouco menos agressiva que o seu antecessor, muito próxima do estilo do Evora. Segundo a marca, estas alterações de "linhas" resultaram numa melhoria de 4% do coeficiente de resistência aerodinâmica, que tem os seus resultados positivos no consumo.
Mas as principais alterações do Elise são mesmo ao nível da motorização base.
Desde a sua origem o Elise sempre teve um motor de 1,8 litros, inicialmente o série K da Rover e depois o Toyota, embora com várias variações de potência. Agora, surge pela primeira vez na entrada de gama, com um motor de 1,6 litros (1.598cc) também de origem Toyota.
Claro que pode parecer uma heresia esta redução de cilindrada, mas segundo os dados revelados as prestações são muito próximas das do "antigo" 1.8 do Elise S, senão vejamos: Embora tenha menos 200cc, a potência mantém-se nos 136cv mas às 6.800 rpm (anteriormente eram atingidas às 6.200 rpm), já o binário é 160 Nm às 4.400 rpm (no 1.8 era de 172 Nm às 4.200 rpm). Portanto, é natural que nas recuperações não seja exactamente a mesma coisa, mas ainda assim os 0 a 100 km/h mantêm-se nos 6,0 segundos e a velocidade máxima nos 204 km/h.
O facto de embora o novo motor ter prestações um pouco abaixo das do antigo de maior cilindrada, as prestações acabam por andar ao mesmo nível e isso provavelmente deve-se ao facto de o 1.6 vir equipado com caixa de 6 relações, ao contrário do 1.8 do S que apenas tinha 5.
Bom, mas analizando friamente os números acima prevê-se que embora os valores sejam semelhantes, não será exactamente a mesma coisa. Mas para isso vamos ter de aguardar que as revistas da especialidade façam os devidos testes dinâmicos e divulguem o seu veredicto.
Mas seja como for, para quê substituir o 1.8 por um 1.6?
A resposta é simples, consumos e emissões de CO2!
É que enquanto o 1.8 declarava para um percurso combinado cerca de 6,5 L/100 Km, o 1.6 anuncia 5,04 L/100 Km e as emissões descem também 16% para os 149g/km, cumprindo agora a norma EURO 5.
Resultado, espera-se que estes benefícios ambientais se reflictam em menos impostos na compra e menores custos de utilização também, até porque o peso continua a ser pluma, com os seus 876 Kg.
De resto, no interior, pouco ou nada mudou, na verdade parece mesmo que não alteraram nada face aos ultimos modelos em produção. E era preciso?!
O modelo, que foi apresentado ao público no Salão de Geneve, deverá chegar aos stands de vendas já este mês de Abril.
Tendo em conta que o preço de entrada na gama Elise deverá baixar um pouco e a garantia passa de 2 para 3 anos (pelo menos em UK), parece-me que o Elise vai continuar a sua senda de "best seller" Lotus.

Nota: Fotos do Salão de Geneve retiradas do Autoblog

domingo, 4 de abril de 2010

MX-5 na "Topos & Clássicos" (parte II)

Parece que quem está à frente dos destinos da Topos & Clássicos, percebeu a argolada feita na edição nº 107, mais concretamente no que diz respeito ao artigo sobre o Mazda MX-5, que eu critiquei no meu post de dia 10 de Março. Assim na edição de Abril (que desta vez adquiri) vêm corrigir o erro com um artigo mais condigno e com um pedido de desculpas ao leitores para a "gaffe" do número anterior.
Quanto ao artigo em si, não sendo um artigo excepcional, está dentro dos padrões exigidos e cumpre.
Foi pena não terem acertado logo à primeira, pois mais do que o modelo em causa, a revista não merecia o artigo inicial.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Honda NR

Embora goste bastante de motas, sempre fui mais um expectador atento (quer da parte comercial, quer da desportiva) do que um verdadeiro apaixonado daqueles que estão sempre ao corrente das mais recentes novidades e dos mais infímos detalhes.
No entanto, sempre prestei atenção àquelas motas que se designam de bastante exclusivas ou até raras, como era o caso das Ducati, Bimota ou mais recentemente as MV Agusta.

Houve no entanto um modelo específico de uma marca generalista, que sempre se destacou no meu imaginário como algo à parte, essa mota era a HONDA NR. Não por ser digna de uma beleza extraordinária ou fora do vulgar, mas como estudante de engenharia à época, apaixonou-me o facto desta mota ser uma montra técnológica da Honda.
Senão vejamos, o motor tinha de capacidade 749cc e era um V4 a 90º. Até aqui nada de especial, no entanto os 4 pistons eram ovais, cada um com duas bielas e 8 valvulas por cilindro, já para não falar da parafernália de materiais nobres de que era feita. O motor debitava 125cv às 14.000 rpm, o que até pode parecer pouco, mas face ao baixo peso e isto ser à 20 anos, tem que se lhe diga.
As fotos abaixo ilustram o que esta mota tinha (e tem) de fantástico, mesmo para quem pouco percebe de mecânica.
O que me fez voltar a recordar este marco da industria motociclística, cerca de 20 anos depois do modelo ter saído para a estrada, foi o facto de um concessionário Honda em Estocolmo (Suécia) ter à poucos dias "desempacotado" pela primeira vez, uma Honda NR completamente nova que guardou durante quase 20 anos em armazém, tal e qual como saiu da fábrica. É o que literalmente se pode chamar, uma mota completamente original (fluidos incluídos).


Mas a notícia não é apenas esta, pois simultâneamente o mesmo concessionário "desempacotou", também nas mesmas condições de originalidade, outro marco do motociclismo e esta com mais de 20 anos. Falo de uma Honda RC30, mota que foi construída com o objectivo de homologação do modelo para o Campeonato do Mundo de Superbikes, onde se usava motores também de 750cc (se fossem de 4 cilindros). Para tal a Honda necessitou de construir umas quantas mota de série. Portanto, não é mais que uma mota de competição que alguns felizardos se davam ao luxo de usar na estrada, para ir apenas ao café, ou até só para colecção.

Claro que falta referir que quer a Honda NR, quer a Honda RC30, não eram propriamente baratas. Antes pelo contrário, a exclusividade delas começava logo no preço. A NR foi comercializada em Portugal por um valor de cerca de 10.000 contos (50.000€), se a memória não me falha. A RC30 não faço ideia, mas pelo que pesquisei andava a cerca do dobro do preço de uma mota "equivalente" (mesma cilindrada, mesma marca e desportiva).

Mas o melhor é assistir ao video onde mostra estas duas beldades a sairem da caixa onde repouzaram, tal como um belo vinho do Porto, durante quase 20 anos.

quarta-feira, 3 de março de 2010

MX-5 na "Topos & Clássicos"

Quem acompanha mais ou menos este blog sabe que sou fã do Mazda MX-5.
Em virtude disso, compro quase tudo o que é revista que tenha um artigo de fundo sobre este modelo, desde a Classic & Sports Cars, Classic Cars, Auto Retro, Practical Classic, Classics Monthly e até numa ocasião a alemã Auto Bild Classic, para além de alguns livros específicos sobre o MX-5.

Em resumo, com tanta literatura direi que estou relativamente bem documentado sobre o modelo e actualmente já é raro comprar alguma coisa pois pouco trazem de novo. Até porque anualmente por altura da Primavera, todos estas publicações fazem um artigo sobre descapotáveis para se disfrutar do pouco sol do centro e norte da Europa e normalmente o MX-5 está lá sempre, junto dos "mais " clássicos.

Ok, há quem diga que o Mazda MX-5 não é um verdadeiro clássico porque ainda só fez 20 anos e como tal não deveria figurar nestas publicações (em Portugal o estatuto de clássico é aos 25 anos, mas na maioria dos paises europeus é de 20 anos), mas para mim ser ou não ser clássico pouco tem a ver com a idade, é muito mais importante o que essa viatura (ou produto em geral) representa, do que se tem ou não mais de 25 anos. Até porque há por aí carros com mais de 25 anos, que são tudo menos clássicos, são "antigos" ponto (e alguns são mesmo... é "velhos").

Bom, mas deixando-me de mais introduções, fiquei todo entusiasmado quando no fim de semana passado ao entrar numa papelaria vejo em primeiro plano a revista Topos & Clássicos, com uma capa dedicada aos 20 anos do Mazda MX-5 e com a foto de dois modelos (NA e NB) em destaque. Peguei na revista e dirigi-me à caixa. Como estavam duas pessoas para pagar antes de mim, tive um rasgo de bom senso e pensei... "deixa cá ver como é o artigo, não vá ser barrete"!Pois é, não era um "barrete", era um "barretaço" e até aos pés. Uma desilusão completa!

Eu sei que estou mal habituado, pois isto de ler publicações estrangeiras coloca a fasquia alta, mas quando pego numa revista nacional de clássicos, não estou obviamente à espera de um nível de qualidade geral equivalente aos best sellers, espero sim algo à nossa dimensão e que reflita a realidade que se vive no nosso país. Pois bem, o artigo que até ocupa 3 páginas é mau demais para ser verdade.

O Mazda MX-5 efectivamente comemorou 2o anos, mas já foi em 2009, tal como todas as publicações impressas e on-line referiram durante meados do ano passado, mas isto até dou de barato pois podiam perfeitamente não ter tido espaço num número anterior e aguardaram pelo início deste ano para fazer um artigo de fundo, até porque já se sabe que o periodo de Inverno é a época baixa dos clássicos em geral.

Mas nas 3 páginas (colocadas quase no final da revista) dedicadas ao artigo de capa que até deveria ser o mais extenso, encontramos um pequeníssimo texto de 3 parágrafos no fundo da primeira página, que se limita a pouco mais do que referir a festa de comemoração efectuada em Setembro de 2009 na pista da Mazda, no Japão (que eu também aqui referi em devida altura). O resto do artigo, são um conjunto de fotos retiradas de uma qualquer base de dados de "press releases" internacionais (que qualquer um de nós encontra numa simples pesquisa de imagens no Google), onde não existe absolutamente nenhum comentário às mesmas, para além de referir o ano do modelo. É lógico que dei meia-volta e coloquei de novo a revista no expositor, (embora tenha reparado nalguns artigos interessantes, como aquele sobre o restauro de um autocarro em Portugal ;D).

Será que existindo o Clube MX-5 Portugal que até conta com o apoio da Mazda Portugal, ou alguns foruns dedicados ao modelo e que organizam encontros regulares entre os seus membros, não seria mais interessante umas fotos de modelos "reais" que circulam no nosso país, com testemunhos dos seus proprietários, quer sobre o prazer que retiram da condução ou do simples passeio de cabelos ao vento, passando obviamente pelos custos de ter um veículo destes, seja para uso diário, seja para o fim de semana (quando o tempo ajuda...). Para além de referir os principais pontos observar quando se pensa adquirir um modelo destes, pois mesmo sendo japonês não são infalíveis nem indestrutíveis face a possíveis abusos de anteriores condutores menos cuidadosos, abordando o tema dos modelos importados do centro da Europa ou da América do Norte, podendo no limite (e se calhar agora estou a abusar um pouco) mencionar a possíbilidade de transformação e upgades que o modelo permite para quem pretender outros voos, referindo os especialistas locais neste modelo e também onde via internet se podem adquirir peças de substituição, acessórios ou os ditos upgrades.

Estas são apenas algumas ideias, para que o artigo tivesse algum sumo e fosse suficientemente interessante para que quer os possuidores deste modelo, quer potenciais novos compradores, decidissem adquirir a revista para saberem um pouco mais.

Assim, parece ser apenas um artigo a encher 3 paginas, para onde faltou assunto. Até podiam ter colocado o artigo, mas sem qualquer necessidade de referência na capa, muito menos como o grande destaque deste número.

Há alguns anos, o extinto Jornal dos Clássicos publicou um artigo onde comparava (o incomparável) dois roadsters com a mesma filosofia, mas de épocas diferentes. Era obviamente o Mazda MX-5 NA (ou MK1) e um dos seus inspiradores, o MG B.

Esse artigo, mesmo sem ser absolutamente extraordinário estava bem elaborado e merecia ser destacado em primeiro plano na capa.

Gostava muito de ter em Portugal pelo menos uma revista a sério de clássicos, nem que para tal se tivessem que fundir todas numa (carros, motas, etc...), mas na verdade não auguro um futuro promissor para a maioria, pelo que vou ter mesmo de continuar a apurar o meu inglês e francês (pelo menos).